José
Ferreira
Por altura
da morte do Dr. Dias de Azevedo, o pároco de Ribeirão
falou dele como um “facho luminoso que se apagou”. Mas
ele não se apagou a ponto de não iluminar mais.
Continua, pelo contrário, a poder alumiar o caminho que
nos cabe percorrer.
O Dr. Dias
de Azevedo nasceu de família humilde, mas graças à sua
inteligência e força de vontade veio a ser um sábio e
respeitado clínico.
A maior
parte da sua vida foi passada na Ribeirão natal: aí se
tornou pai
duma grande família e se mostrou paroquiano e cidadão
activo.
Noutros
tempos, falava-se dele quase exclusivamente como médico
da Beata Alexandrina. Mas isso deixava muito limitados
os dados para a sua avaliação global.
Antes
daquele ano de 1941, quando pela primeira vez foi a
Balasar, ele era já um católico empenhado e o encontro
com a Doente do Calvário só lhe acrescentou uma tarefa
nova, a de pôr o seu saber ao serviço dela.
A
informação que se vai trazer para este site é
principalmente a que se reuniu no estudo biográfico
deste médico e na colectânea dos seus escritos. Mas
esperamos vencer estas limitações, com dados novos e com
notícias que venham a surgir.
Convidam-se
os visitantes a colaborar na divulgação do site.